A história dos três porquinhos ... e a sua empresa


Ilustração de Mônica Costa

Estava lendo a história dos três porquinhos hoje para o meu filho de três anos e, de repente, me deparei com uma reflexão de que aquela história infantil que todos conhecem tem um conteúdo subliminar interessante, principalmente para os empresários.

Se pararmos para pensar, como empresa, estamos sempre pensando em nos livrar do “lobo mau”, da concorrência, da crise, funcionários sem comprometimento, impostos etc, ou seja, uma desculpa que colocamos como obstáculo para a nossa própria falta de planejamento.

O primeiro porquinho queria construir sua casa logo para se livrar daquele “mau” e aproveitar a vida. Assim, acontece com muitas empresas. Segundo dados de 2013 do IBGE, divulgados neste ano, mais da metade das empresas fecha as portas após 4 anos no Brasil. Totalmente sem planejamento e sem estratégia, construíram suas empresas como a casa de palha do porquinho que, ao primeiro sopro forte, se desmoronou.

Outras empresas constituem-se de boas intenções. Vão crescendo e se consolidando aos poucos tentando tornarem-se referência no mercado mas também não resistem à um sopro maior da concorrência e se desfazem, assim como a casa de madeira do segundo porquinho.

E quem resiste ao lobo mau? Aquele porquinho que estuda e se adapta às situações que vão se apresentando dia a dia, colocando tijolo por tijolo e pensando em CONSTRUIR uma casa FORTE não só com a FUNÇÃO de casa, mas com uma função SOCIAL de mostrar que é possível existir, resistir e fazer a diferença. Esse terceiro porquinho não tem medo do lobo mau, porque ele tem BRANDING.

BRANDING pode ser considerado como o trabalho de construção e gerenciamento de uma marca junto ao mercado. A construção de uma marca forte para um produto ou serviços é consequência de um relacionamento satisfatório com o mercado-alvo. Quando esta identificação positiva se torna forte o bastante, a marca passa a valer mais do que o próprio produto oferecido.

Segundo Ana Couto, Diretora da Ana Couto Branding “No caso da Marca, o trabalho é criar uma Proposta de Valor além do produto. Desta forma, as perguntas que uma Marca deve responder giram em torno de sua personalidade, como ‘Quem eu sou?’, ‘O que eu faço de único no mundo?’ e ‘Como posso ser relevante para as pessoas?’. Quanto mais sinérgico for esse tripé – Marca, negócio e comunicação – menos esforço terá em ser lembrada.” Neste século de grandes mudanças, estamos vivendo o desafio de criar marcas com propósito. O foco agora é entender seu negócio como algo que melhore a vida das pessoas, que engaje seus colaboradores, consumidores e investidores para criar um impacto positivo no mundo. São Marcas que conseguem criar um ecossistema de negócio com alto impacto social.

Analisando dessa forma, acho que então poderíamos reescrever o clássico infantil, acrescentando um quarto porquinho, que não somente construiu sua casa com tijolos mas também com placas solares, reuso da água, jardim para plantação dos seus próprios alimentos etc...Voltando às citações da Ana Couto: “meu conselho é: preste bem atenção, pois viver não é o desafio. O desafio é saber evoluir!”

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