5 coisas do futuro que são quase realidade


Há muito pouco tempo, vislumbrávamos um futuro com macacões prateados e tecnologias fantásticas que tornariam nossa vida incrível. As vestimentas não se tornaram realidade – ainda bem! – mas computadores falantes que nos ajudam em nossas tarefas corriqueiras habitam nossos bolsos, dentro de telefones celulares com capacidade de processamento superior aos computadores usados no primeiro voo lunar.

O sonho de ver o interlocutor durante uma conversa interurbana ou internacional também já se tornou uma realidade, e já é até de certa forma um aspecto tão integrado às nossas vidas que nem nos damos conta de quem não existiam no final do século passado. A medicina moderna realiza feitos que seriam literalmente considerados milagres há algumas décadas, e não param de surgir inovações.

No futuro próximo, mais algumas expectativas consideradas futuristas deverão se concretizar, para deslumbre de todos os entusiastas e sonhadores.

Carros sem motoristas

Direto dos desenhos animados da nossa infância vem uma tecnologia que promete revolucionar uma parte considerável das nossas rotinas, e até salvar vidas. O Google já vem testando o carro sem motorista há alguns anos, e o Uber já lançou um projeto-piloto nos Estados Unidos. Enquanto as habilidades humanas ao volantes não estão melhorando ao longo do tempo e milhares de pessoas morrem em acidentes de trânsito todo ano, os computadores estão cada vez melhores.

O carro autônomo do Google, por exemplo, esteve envolvido em apenas um acidente em mais de três milhões de quilômetros percorridos em testes. As inteligências artificiais dos computadores conduzindo nossos carros estarão sincronizadas, levando ao uso muito mais racional das ruas e estradas, e reduzindo drasticamente os engarrafamentos. Menos carros, por menos tempo na rua, significa mais tempo livre em casa no final do dia, talvez uns minutinhos a mais de sono de manhã e, com certeza, menos poluição nos ares das grandes cidades.

Naturalmente, por ser uma alteração revolucionária em nossas vidas, os efeitos extremos desta tecnologia também estão sendo avaliados. Milhões de empregos estão risco na indústria do transporte, e há a constante preocupação com a segurança dos sistemas que dirigirão nossos carros frente às ameaças de ataques de hackers. Por outro lado, a evacuação de áreas em estado de risco, como furacões, enchentes e todo tipo de calamidades deve ser muito mais eficiente com carros autônomos.

Realidade virtual

Quem nunca se imaginou em outro lugar? Às vezes você está tão imerso em um livro ou um filme que consegue se locomover por aquele mundo. Desde a primeira metade do século XX, a Humanidade tenta criar experiências de imersão que trazem esta ilusão, desde aqueles antigos óculos com fotos de pontos turísticos até o vídeo game em primeira pessoa.

À primeira vista, a grande beneficiada será a indústria do entretenimento. As possibilidades de uso da realidade virtual em jogos são infinitas, e já estão sendo bastante difundidas comercialmente. A popularização de óculos e outros dispositivos usados para difundir a tecnologia passa por rápida expansão, e já podemos dizer que a realidade virtual não é mais apenas uma projeção para o futuro.

Suas aplicações, por outro lado, ainda podem ser bastante expandidas. Muito além de jogos e filmes em terceira dimensão, a realidade virtual pode alterar nosso quotidiano de maneiras inesperadas. Há anos a indústria da aviação civil usa simuladores de vôo para treinamento de pilotos, e com certeza este será um ramo que passará por grandes mudanças.

Treinamentos militares, procedimentos cirúrgicos e todo tipo de processos de capacitação poderão ser beneficiados e nem precisamos mencionar as maravilhas que a realidade virtual pode fazer para tecnologias já existentes na área da telefonia. Quem mora longe da família e sente falta dos almoços de domingo vai poder se sentir muito mais perto. Agora só falta inventarem uma maneira de sentir o cheiro delicioso da comida da vovó!

Viagens interplanetárias

Quando chegamos à Lua, muitos pensaram que a barreira mais intransponível havia sido superada. A partir daí, a expansão terráquea para outros cantos da Via Láctea e do Universo seria uma mera questão de tempo. Então a Guerra Fria acabou e os grandes estímulos à corrida espacial evaporaram. Desde 1972, ninguém mais pisou na Lua. Mas há grandes indícios de que esta tendência poderá ser revertida em breve.

Nos últimos anos, várias iniciativas partindo de diferentes setores da sociedade em alguns países têm afirmado ser possível chegar a Marte até o final da próxima década. Além das fontes esperadas para este tipo de planejamento, como a NASA e as agências espaciais dos demais países, vemos também indivíduos – na verdade, indivíduos com muito dinheiro, como Elon Musk e Richard Branson – falando no acesso de populações civis ao planeta vermelho.

Quando pensamos em nossas rotinas há dez ou quinze anos, notamos consideráveis diferenças trazidas pela tecnologia. Onde nos imaginamos em uma ou duas décadas?

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